sábado, 20 de abril de 2019

A evolução do disquete


O disquete foi lançado em 1971, resultado de uma pesquisa da IBM liderado por Alan Shugart. Possuía um tamanho de 8 polegadas e suportava até 80Kb de arquivos. Sua última versão comercializada diminuiu o seu tamanho para 3 polegadas e aumentou a capacidade de armazenamento para 1,44.

A justificativa da pesquisa era a necessidade de um dispositivo para armazenamento de informações. Mesmo com o surgimento dos discos rígidos na época, tornava-se necessário a realização de back-ups.

No início dos anos 80, outro dispositivo foi lançado: o Compact Disk, ou simplesmente CD. Nele, era possível arquivar até 700Mb, o equivalente a 486 disquetes. Dessa forma, o CD tornou-se mais popular na área da informática e tornando um novo recurso para a realização de back-ups.

Mesmo com a concorrência dos CDs, o disquete foi bastante popular até início dos anos 2000, época em que surgiu uma novidade: o cartão de memória. Os primeiros modelos armazenavam até 128Mb, porém como não havia padronização e as empresas estavam lançando diversos modelos, o cartão de memória logo se tornou obsoleto. Os cartões voltaram ao sucesso anos depois, após padronização e popularização das câmeras fotográficas e smartphones.

Apenas a partir de 2010 foi que os computadores deixaram de vir com a entrada para o disquete. Atual líder de armazenamento, o pendrive foi criado no ano de 1998. Suas primeiras unidades armazenavam 8Mb e hoje em dia o pendrive mais potente é o da 3.0 da Kingston, que pode armazenar até 1Tb e vai ser comercializado futuramente.

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