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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Microsoft retira Data center do mar após dois anos

Dois anos depois de colocar um data center no fundo do mar, pesquisadores da Microsoft retiraram o equipamento da água para uma avaliação e concluíram que é possível, sim, manter os servidores submersos na água por longos períodos de uma forma segura e eficiente.

O trabalho faz parte do Projeto Natick, um programa de pesquisa iniciado em 2014 pela empresa. A hipótese dos pesquisadores é a de que, debaixo da água, os computadores podem funcionar de uma forma mais eficiente, porque ficam menos sujeitos a falhas e consomem menos energia.

Na superfície terrestre, os circuitos ficam expostos a uma série de variações no ambiente que causam defeitos com o tempo – como a mudança da temperatura, a corrosão causada pelo oxigênio e a umidade, o contato com as partículas do ar e até mesmo eventuais batidas ou esbarrões por parte dos técnicos que trabalham com as máquinas. É algo que, obviamente, não ocorre com um data center submarino.

Para testar a hipótese, os pesquisadores desenvolveram um data center com 864 servidores dentro de uma cápsula submarina do tamanho de um container. Durante dois anos, os pesquisadores monitoraram o seu funcionamento debaixo da água, a uma profundidade de 35 metros, na região das Ilhas Orkney, no norte da Escócia.


 

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